Suzane Von Richthofen, conhecida por seu passado criminal, foi eliminada do concurso para escrevente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), realizado no último domingo. A reprovação ocorreu na primeira etapa do processo seletivo, que contou com uma disputa acirrada entre 72.000 candidatos, destes, apenas 8.000 foram aprovados para a próxima fase. A seleção visa preenchimento de 660 vagas e a remuneração inicial é de R$ 6.500,00. A candidata chegou a ser graduada em Direito, mas sua trajetória criminosa, que inclui a condenação pelo assassinato dos pais em 2002, continua a ser um fator de interesse público. Em um depoimento recente, Suzanne afirmou: “Eu fui além do que deveria, mas sou mais do que meu passado.” Essa frase reflete sua busca por reintegração à sociedade e por uma nova identidade profissional. Entretanto, a trajetória dela continua a ser marcada por seus erros do passado. Além disso, a prefeitura de São Paulo anunciou durante o mesmo período a construção de 20 novas creches, visando melhorar a infraestrutura educacional da cidade. A relevância dos concursos públicos e como eles podem proporcionar oportunidades de mudança de vida é uma reflexão constante em discursos de candidatos e especialistas em direitos humanos, que frequentemente questionam as barreiras sociais enfrentadas por indivíduos com históricos semelhantes ao de Suzane.